Desde 2019, ano da 1ª Edição do Ranking Siconfi, o Tesouro Nacional tem ampliado o escopo das verificações. Percebe-se, a cada ano, que a revisão e a implementação de novas verificações são imprescindíveis na busca da qualidade do registro fiscal, contábil e orçamentário.
Em 2026, ano da 7ª Edição do Ranking Siconfi, com dados referentes ao exercício de 2025, a quantidade de verificações chegou a 207, ultrapassando o dobro da quantidade de verificações da primeira edição. Em relação à edição anterior, destaca-se que apesar da revisão ou retirada de algumas verificações, foram acrescentadas 25 novas, distribuídas entre as todas as dimensões (D1, D2, D3 e D4) e aplicadas aos dados dos estados e dos municípios.
O desempenho geral dos entes no Ranking Siconfi ao longo do tempo aconteceu conforme abaixo. Há um avanço do percentual de 2025 quando comparado ao de 2024, desempenho positivo, considerando, ainda, que a quantidade de verificações aumentou em 2025. Ou seja, mesmo com as verificações mais exigentes, os entes alcançaram um bom desempenho.
As verificações podem ser aplicadas de forma exclusiva a cada esfera federativa, ou seja, apenas aos estados ou apenas aos municípios, ou aplicadas a todos, conforme pode ser visto no gráfico abaixo.
Ao se avaliar o desempenho por verificação em 2026, destaca-se a evolução nas verificações em relação às que já existiam em 2025. Contudo, é natural que novas verificações tenham desempenho geral inferior. Isso acontece porque são, em regra, mais exigentes e se baseiam na análise da Matriz de Saldos Contábeis, informação muito mais recente para os entes.